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o prédio secular alagoano é um dos meus favoritos aqui em Maceió. o ambiente claro, espaçoso e cheio de histórias me cativou lá em 2012 quando fiz um passeio com a turma do ensino médio.

aproveitando textos valiosos no site oficial do museu vi que o prédio alagoano teve a sua construção iniciada em 1893 e, como bem destacou Craveiro Costa em uma visão pessoal, foi visto "como o mais belo edifício do Estado pela suntuosidade de seu estilo e proporções". e sim, devo concordar com essa menção. dos museus visitados pelo meu coração, sem dúvidas, o Palácio é um dos mais especiais.



o atual museu já foi sede do governo alagoano. o acervo do prédio conta com móveis, cristais, lustres e obras de Alagoas reconhecidas desde o século XIX. pessoalmente falando, é realmente delicado tudo que encontramos por lá. as madeiras, as incontáveis camadas de pinturas da parede e obras de pessoas como Luis Silva, Miguel Torres, José Zumba compondo a arte do estado. nesse meio também estão telas do alagoano Rosalvo Ribeiro, reconhecido internacionalmente por suas criações e premiações em festivais ocorridos aqui no Brasil e na França.



conforme o texto no site oficial do museu,
inúmeras peças valiosas foram paulatinamente, degradadas, “quer por falta de uma conservação científica, e o pior, muito desse rico tesouro simplesmente desapareceu, sem que seus guardiões, os governos estabelecidos no passado, soubessem explicar (LOUREIRO,06 )”. portanto, cabe-nos a tarefa de inventariar, conservar, restaurar e proteger o patrimônio resistente e existente no Museu, tornando-o accessível aos visitantes, e transformando-o num equipamento museológico que seja dignatário da cultura alagoense.
imaginar que muitas pessoas e momentos estão guardados ali me faz sentir muita coisa boa. e sim, ainda estão e sempre estarão guardados. o berço da memória não se esvai com o tempo. cada coisa mora em detalhes e prédios históricos nos demonstram muito bem isso.







aproveitando o rumo bonito desta publicação, vou inserir aqui um vídeo que produzi lá para o nosso canal no YouTube numa série chamada diário de bolso :) essa série reúne fotografias de um mesmo momento que vivi. o episódio de hoje traz, claro, as imagens deste post que agora escrevo. caso vocês queiram, podem se inscrever por lá também, tá? 












o Museu Palácio Floriano Peixoto

28 de julho de 2020

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o prédio secular alagoano é um dos meus favoritos aqui em Maceió. o ambiente claro, espaçoso e cheio de histórias me cativou lá em 2012 quando fiz um passeio com a turma do ensino médio.

aproveitando textos valiosos no site oficial do museu vi que o prédio alagoano teve a sua construção iniciada em 1893 e, como bem destacou Craveiro Costa em uma visão pessoal, foi visto "como o mais belo edifício do Estado pela suntuosidade de seu estilo e proporções". e sim, devo concordar com essa menção. dos museus visitados pelo meu coração, sem dúvidas, o Palácio é um dos mais especiais.



o atual museu já foi sede do governo alagoano. o acervo do prédio conta com móveis, cristais, lustres e obras de Alagoas reconhecidas desde o século XIX. pessoalmente falando, é realmente delicado tudo que encontramos por lá. as madeiras, as incontáveis camadas de pinturas da parede e obras de pessoas como Luis Silva, Miguel Torres, José Zumba compondo a arte do estado. nesse meio também estão telas do alagoano Rosalvo Ribeiro, reconhecido internacionalmente por suas criações e premiações em festivais ocorridos aqui no Brasil e na França.



conforme o texto no site oficial do museu,
inúmeras peças valiosas foram paulatinamente, degradadas, “quer por falta de uma conservação científica, e o pior, muito desse rico tesouro simplesmente desapareceu, sem que seus guardiões, os governos estabelecidos no passado, soubessem explicar (LOUREIRO,06 )”. portanto, cabe-nos a tarefa de inventariar, conservar, restaurar e proteger o patrimônio resistente e existente no Museu, tornando-o accessível aos visitantes, e transformando-o num equipamento museológico que seja dignatário da cultura alagoense.
imaginar que muitas pessoas e momentos estão guardados ali me faz sentir muita coisa boa. e sim, ainda estão e sempre estarão guardados. o berço da memória não se esvai com o tempo. cada coisa mora em detalhes e prédios históricos nos demonstram muito bem isso.







aproveitando o rumo bonito desta publicação, vou inserir aqui um vídeo que produzi lá para o nosso canal no YouTube numa série chamada diário de bolso :) essa série reúne fotografias de um mesmo momento que vivi. o episódio de hoje traz, claro, as imagens deste post que agora escrevo. caso vocês queiram, podem se inscrever por lá também, tá? 












Quando participei, em 2013, da minha primeira Bienal do Livro fiquei feliz com a quantidade de coisas bonitas que vi pulsando por lá. Foi arte, gente, cidade. Eu só não imaginei que anos depois seria ainda mais legal ver uma Bienal do Livro, mas dessa vez pelas ruas da cidade como aconteceu durante os dez primeiros dias de novembro de 2019.

Para quem não reside em Maceió ou até mora, mas não pôde dessa vez participar, o evento literário esteve presente nas ruas do histórico bairro Jaraguá. Na história, ele foi o primeiro bairro a surgir na capital alagoana por estar próximo "ao Porto de Jaraguá, que possuía uma localização privilegiada na primeiramente capitania, logo após, província de Alagoas. Graças ao porto, a cidade alcançou um crescimento tal que motivou a mudança da capital da província para Maceió. O local passou a ter grande fluxo de comércio, contando com muitas lojas e armazéns".*

Inclusive, foi em um armazém que os livros moraram dessa vez. Eu nunca havia visitado o espaço e me apaixonei pela arquitetura peculiar, as cores e em como a distribuição de obras funcionou bem entre os corredores.







A primeira vez que visitei Jaraguá foi em 2012 num passeio da escola. Apesar de não ter andado como queria e de não ter um olhar tão sensível naquela época, lembro de não esquecer das formações dos museus e de ficar feliz por entender que perto de casa havia muita história para ser conhecida. Talvez por retornar às minhas memórias de anos atrás (eu tinha 16 anos) vivenciar esse evento literário em 2019 me foi especial.










Na rua em que está localizada a antiga praça 2 Leões você tem acesso ao Armazém, Igreja Nossa Senhora Mãe do Povo, Associação Comercial, MISA (Museu da Imagem e do Som - na imagem abaixo), IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), entre outros prédios e instituições que merecem visita, registro e admiração.











No geral, eu fiquei feliz demais por ter visto Jaraguá tão cheio de vida e amor. Confesso que inicialmente pensei que a Bienal fosse não funcionar em tantos lugares ao mesmo tempo, mas esse julgamento prévio foi justamente por pensar que eu já conhecia o bairro (por esta publicação vocês percebem que me enganei, né? rs). Eu queria poder viver todos os anos esse feito lindo.













* Jaraguá (Maceió) em Wikipédia.

Espero muito que vocês tenham gostado de acompanhar um pouquinho do que esses dias por aqui representaram. Vi tantas coisas legais e espero que através da imagem vocês tenham sentido esse amor também. E, ah, esta publicação eu dedico (muito!) para a Aylla, uma amiga querida que tornou essa Bienal ainda mais possível e emocionante em minha vida. ♡



See you.

o bairro de Jaraguá em mais uma Bienal do Livro de Alagoas

27 de novembro de 2019

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Quando participei, em 2013, da minha primeira Bienal do Livro fiquei feliz com a quantidade de coisas bonitas que vi pulsando por lá. Foi arte, gente, cidade. Eu só não imaginei que anos depois seria ainda mais legal ver uma Bienal do Livro, mas dessa vez pelas ruas da cidade como aconteceu durante os dez primeiros dias de novembro de 2019.

Para quem não reside em Maceió ou até mora, mas não pôde dessa vez participar, o evento literário esteve presente nas ruas do histórico bairro Jaraguá. Na história, ele foi o primeiro bairro a surgir na capital alagoana por estar próximo "ao Porto de Jaraguá, que possuía uma localização privilegiada na primeiramente capitania, logo após, província de Alagoas. Graças ao porto, a cidade alcançou um crescimento tal que motivou a mudança da capital da província para Maceió. O local passou a ter grande fluxo de comércio, contando com muitas lojas e armazéns".*

Inclusive, foi em um armazém que os livros moraram dessa vez. Eu nunca havia visitado o espaço e me apaixonei pela arquitetura peculiar, as cores e em como a distribuição de obras funcionou bem entre os corredores.







A primeira vez que visitei Jaraguá foi em 2012 num passeio da escola. Apesar de não ter andado como queria e de não ter um olhar tão sensível naquela época, lembro de não esquecer das formações dos museus e de ficar feliz por entender que perto de casa havia muita história para ser conhecida. Talvez por retornar às minhas memórias de anos atrás (eu tinha 16 anos) vivenciar esse evento literário em 2019 me foi especial.










Na rua em que está localizada a antiga praça 2 Leões você tem acesso ao Armazém, Igreja Nossa Senhora Mãe do Povo, Associação Comercial, MISA (Museu da Imagem e do Som - na imagem abaixo), IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), entre outros prédios e instituições que merecem visita, registro e admiração.











No geral, eu fiquei feliz demais por ter visto Jaraguá tão cheio de vida e amor. Confesso que inicialmente pensei que a Bienal fosse não funcionar em tantos lugares ao mesmo tempo, mas esse julgamento prévio foi justamente por pensar que eu já conhecia o bairro (por esta publicação vocês percebem que me enganei, né? rs). Eu queria poder viver todos os anos esse feito lindo.













* Jaraguá (Maceió) em Wikipédia.

Espero muito que vocês tenham gostado de acompanhar um pouquinho do que esses dias por aqui representaram. Vi tantas coisas legais e espero que através da imagem vocês tenham sentido esse amor também. E, ah, esta publicação eu dedico (muito!) para a Aylla, uma amiga querida que tornou essa Bienal ainda mais possível e emocionante em minha vida. ♡



See you.
laryssa andrade